[Verso 1]
O circo está montado
O palhaço maquilhado
O tigre bem atiçado
A festa vai começar
[Verso 2]
O povo está sentado
O coração esvaziado
No olho bem raiado
O sangue a fervilhar
[Verso 3]
Já conhecemos o discurso sintomático
Tremem-te as pernas ao veres a rede a mexer
Mas tu que juras que a terra é plana
O meteorito não se engana
É em ti que vai bater
[Refrão]
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É aquele que não quer ver
[Verso 4]
O equilibrista preparado
O salto é arriscado
O povo acha engraçado
O coração a bater
[Verso 5]
Mas do outro lado
O palhaço é malcriado
Estende a mão ao coitado
Para não o deixar morrer
[Verso 6]
Agora sim a pirueta magistral
No terreiro alguém aplaude de pé
O bruxo mostra os dentes bem afiados
Na cartola envergonhado o coelho
Vai-se esconder
[Refrão]
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É aquele que não quer ver
[Verso 7]
Traz o nó bem apertado
O discurso inflamado
O alvo bem apontado
E começa a disparar
[Bridge]
Mas a nós ninguém vai enganar
Quando o Xico esperto nos quiser converter
Se a história já está farta de mostrar
Que quanto maior for palco maior também é o poder
[Refrão]
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É sim senhor
É sim senhor
É sim senhor
É sim senhor
O circo está montado
O palhaço maquilhado
O tigre bem atiçado
A festa vai começar
[Verso 2]
O povo está sentado
O coração esvaziado
No olho bem raiado
O sangue a fervilhar
[Verso 3]
Já conhecemos o discurso sintomático
Tremem-te as pernas ao veres a rede a mexer
Mas tu que juras que a terra é plana
O meteorito não se engana
É em ti que vai bater
[Refrão]
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É aquele que não quer ver
[Verso 4]
O equilibrista preparado
O salto é arriscado
O povo acha engraçado
O coração a bater
[Verso 5]
Mas do outro lado
O palhaço é malcriado
Estende a mão ao coitado
Para não o deixar morrer
[Verso 6]
Agora sim a pirueta magistral
No terreiro alguém aplaude de pé
O bruxo mostra os dentes bem afiados
Na cartola envergonhado o coelho
Vai-se esconder
[Refrão]
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É aquele que não quer ver
[Verso 7]
Traz o nó bem apertado
O discurso inflamado
O alvo bem apontado
E começa a disparar
[Bridge]
Mas a nós ninguém vai enganar
Quando o Xico esperto nos quiser converter
Se a história já está farta de mostrar
Que quanto maior for palco maior também é o poder
[Refrão]
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É sim senhor que a história não é nova
É sim senhor já vimos acontecer
Diz o ditado que a tradição evoca
O pior cego é aquele que não quer ver
É sim senhor
É sim senhor
É sim senhor
É sim senhor
( Sal (PT) )
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